Sobre a Importância da Natureza na Filosofia Prática de Hegel

Autores

  • Klaus Vieweg Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Resumo

ABSTRACT: Hegel versteht den Geist als Prozess der Aufhebung der Natur, der hierin wesentlich auf die Natur als sein Anderes bezogen ist. In diesem Artikel soll der Beziehung zwischen dem objektiven Geist – d.h. dem Recht als Verwirklichung der Freiheit – und der Natur nachgegangen werden, wobei die letztere sowohl als äussere Natur (“Sache”), als auch als anthropologische Natur des Menschen im Blick steht. Es erweist sich, dass Hegel das Recht als gegenüber der Natur autonome Sphäre der Selbstbestimmung des Willens denkt, die jedoch die natürlichen Bedingungen der Freiheit wesentlich in sich zu integrieren hat. Hegel antizipiert damit in der aktuellen Diskussion zentrale Themen, wie den Zusammenhang zwischen Recht und menschlichen Grundbedürfnissen und Fragen des Umweltrechts.


RESUMO: Hegel compreende o espírito como processo da suprassunção da natureza; este, com isso, está relacionado com a natureza como seu outro. O objetivo deste artigo é elucidar a relação entre o espírito objetivo – isto é, o direito como efetivação da liberdade – e a natureza, com o quê esta última é contemplada tanto como natureza externa (“coisa”) quanto como natureza antropológica do homem. Prova-se que Hegel pensa o direito, em oposição à natureza, como esfera autônoma da autodeterminação da vontade, a qual, no entanto, tem que integrar essencialmente em si as condições naturais da liberdade. Com isso, Hegel antecipa temas centrais de debates da atualidade tal como a dependência mútua entre direito e necessidades fundamentais, e a questão ambiental.

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Publicado

2016-03-08

Edição

Seção

Artigos